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Figuras Históricas - 2º ciclo

sábado, 29 de novembro de 2008

Patrícia Portela - "Para Cima e Não Para Norte"

Um livro de leitura obrigatória de uma das escritoras portuguesas mais originais e mais interessantes da actualidade, acabadinho de sair de sair para o mercado. Espreitem o book trailer neste link: http://www.youtube.com/watch?v=Kel94r1bH_8

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Contos

Como não podia deixar de ser. esta semana aconselhamos:

Uma obra que vale a pena ter na mesa de cabeceira, para ler ou reler, um conto de cada vez!

Boas leituras!

E não deixem de comentar!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Eça de Queirós

EÇA DE QUEIRÓS
Mais uma vez festejamos o aniversário de um grande escritor. A BE/CRE com a preciosa colaboração da Biblioteca Municipal apresenta uma exposição bibliográfica sobre o autor. Há algumas preciosidades que vale a pena ver! Não percam! De 24 a 28 de Novembro revivemos Eça!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Olá alunos! Estamos cá para vos ajudar em novas descobertas mas contamos com as vossas sugestões sobre os livros e recursos que cá temos ao vosso dispôr. Porém, aguardamos que as actividades que vos propomos neste nosso e vosso espaço sejam cada vez mais dinamizadas por vós! Até breve...

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Parabéns, Saramago!

José Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, concelho da Golegã, no dia 16 de Novembro de 1922. “Já não existe a casa em que nasci, mas esse facto é-me indiferente porque não guardo qualquer lembrança de ter vivido nela. Também desapareceu num montão de escombros a outra, aquela que durante dez ou doze anos foi o lar supremo, o mais íntimo e profundo, a pobríssima morada dos meus avós maternos, Josefa e Jerónimo se chamavam, esse mágico casulo onde sei que se geraram as metamorfoses decisivas da criança e do adolescente. Essa perda, porém, há muito tempo que deixou de me causar sofrimento porque, pelo poder reconstrutor da memória, posso levantar em cada instante as suas paredes brancas, plantar a oliveira que dava sombra à entrada, abrir e fechar o postigo da porta e a cancela do quintal onde um dia vi uma pequena cobra enroscada, entrar nas pocilgas para ver mamar os bácoros, ir à cozinha e deitar do cântaro para o púcaro de esmalte esborcelado a água que pela milésima vez me matará a sede daquele Verão. Então digo à minha avó: «Avó, vou dar por aí uma volta.» Ela diz «Vai, vai», mas não me recomenda que tenha cuidado, nesse tempo os adultos tinham mais confiança nos pequenos a quem educavam. Meto um bocado de pão de milho e um punhado de azeitonas e figos secos no alforge, pego num pau para o caso de ter de me defender de um mau encontro canino, e saio para o campo. Não tenho muito por onde escolher: ou o rio, e a quase inextricável vegetação que lhe cobre e protege as margens, ou os olivais e os duros restolhos do trigo já ceifado, ou a densa mata de tramagueiras, faias, freixos e choupos que ladeia o Tejo para jusante, depois do ponto de confluência com o Almonda, ou, enfim, na direcção do norte, a uns cinco ou seis quilómetros da aldeia, o Paul do Boquilobo, um lago, um pântano, uma alverca que o criador das paisagens se tinha esquecido de levar para o paraíso. Não havia muito por onde escolher, é certo, mas, para a criança melancólica, para o adolescente contemplativo e não raro triste, estas eram as quatro partes em que o universo se dividia, se não foi cada uma delas o universo inteiro.” José Saramago – As pequenas memórias

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A TECAS TEM A HONRA DE CONVIDAR

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN 6 de Novembro EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA BE/CRE, 6 A 14 DE NOVEMBRO Colaboração da Biblioteca Municipal Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa

Sophia de Melo Breyner Andresen

Dizemos «Sophia» como se esta palavra fosse sinónimo absoluto de poesia. Dizemos «Sophia» e a nossa memória enche-se do som que as palavras têm. Dizemos «Sophia» e de repente o ar é límpido, as águas transparentes, há sempre uma casa na falésia e o sol faz rebentar o calor na cal das paredes. Dizemos «Sophia» e todas as flores e todos os peixes têm nome, e as crianças tornam-se mais ricas quando os encontram. Dizemos «Sophia» e não precisamos de dizer mais nada. Alice Vieira