quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Na biblioteca temos uma árvore especial

Não é a árvore das letras! Na nossa já famosa árvore temos uma exposição de máscaras executadas pelos alunos do 6º E. Parabéns e obrigada pela vossa prestação.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Informar nunca é demais!

Na nossa Escola esteve presente um elemento da Equipa da Abraço para falar com jovens e professores, bem como outros elementos da Comunidade Educativa interessados na abordagem da temática da SIDA e comportamentos de risco na nossa sociedade. A Biblioteca Escolar esteve atenta e elementos da equipa estiveram presentes na palestra. Há que actualizar saberes!

Dia dos namorados ... e os vencedores do concurso foram ...

Eis o momento em que receberam o prémio das mãos do professor Rui Almeida. A equipa que ganhou o concurso em busca do Poema - metade é constituída pelos alunos: Tiago Santos e Sandra Teixeira , ambos alunos da turma do 5º B. A Tecas ficou muito contente com a participação de tantos alunos dos vários graus de ensino e deseja felicidades aos vencedores.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Lembrar o Dia dos namorados

Desenho da autoria do aluno Nuno, do 5ºB. Na nossa Biblioteca realizou-se a actividade " Em busca do poema metade". Foi um grande sucesso e levou ao conhecimento de novos colegas e quem sabe futuros amigos. Amanhã saberemos quem foi o par seleccionado como vencedor.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Fichas de leitura

Aqui partilhamos algumas fichas de leitura escritas pelos nossos alunos . Ficamos felizes em partilhar saberes. Obrigada, alunos, pelo vosso empenho nestas propostas de trabalho dinamizadas com o apoio da vossa professora. Até sempre e ... boas leituras.

Nome: André António Cunha e Silva 4 Turma 10º A

Nome do Livro: Cão Como Nós

Autor: Manuel Alegre

Editora: Dom Quixote

Resumo do Livro:

Kurika era um cão de raça epagneul-breton, que não se achava um cão como os outros, ele era um cão muito especial. Era um animal teimoso e desobediente, no entanto, era um cão muito protector dos seus donos. Todos gostavam dele, à excepção do autor, já os filhos consideravam o cão como um irmão.

A relação entre o autor e o cão não era muito boa, desde que adoptara o cão nunca se tinham dado bem, o dono estava à espera de um cão de caça e obediente, mas quando o levava a caçar ele ficava deitado, em casa sempre que lhe dava uma ordem o cão não ligava.

No entanto, desde que Kurika salvou o dono, evitando uma explosão provocada pelo gás do fogão que estava ligado, ele começou a gostar mais do cão.

Certo dia, o cão perdeu-se, quando a família foi a praia, e só passado algum tempo a G.N.R. o encontrou a ladrar. A partir daí o cão ficou diferente, andava mais triste. Dias depois, o cão teve um ataque e o médico dizia que havia poucas hipóteses, a família chorou muitos, mas ele não morreu. Ele andava muito fraco, e dias depois morreu. A sua morte originou um desgosto no coração de todos aqueles a quem o cão era muito especial, um cão como nós.

Opinião do Livro:

Achei este livro interessante, pois apesar de o cão e o dono no inicio não terem uma relação de amizade, ao longo do tempo vão criar laços de companheirismo e lealdade.

Gostei da forma como o autor demonstra a sua dor com a morte do cão, pois capítulo sim, capítulo não, existem relatos alternados do autor dirigidos ao cão, que após morrer continua a sentir como se se tivesse tornado apenas invisível, mas continuasse a existir, pois ele ouve-o, sente-o e quase o vê.

Lisbon Killer ... mais uma leitura

Ficha de leitura

Título da obra:Lisbon Killer”

Autor: Rui Araújo

Editora: Oficina do livro

Resumo da obra: “Lisbon Killer” é um livro baseado numa história verídica, nomeadamente, no caso que ficou conhecido como o Estripador de Lisboa em mil novecentos e noventa e três.

Dois agentes da secção de homicídios (Nicolau e Miguel Neves) foram chamados para tomar conta de uma ocorrência, aquela que seria a primeira de três vítimas do serial killer.

Alzira Mendes foi encontrada perto de uma piscina abandonada, com um cinto à volta do pescoço e dois paus, a roupa rasgada e com alguns arranhões. Os resultados da autópsia indicavam que havia sido violado e depois estrangulado.

Os dois agentes investigaram tanto quanto foi possível, a família, os amigos, o namorado e ninguém era suspeito. A vítima aparentemente não tinha inimigos.

Nicolau e Miguel não sabiam que rumo dar à investigação. Para piorar, apareceu uma jornalista que tinha que acompanhar o caso (o que não agradou aos agentes).

Passados alguns dias, aparece outra rapariga francesa dentro do seu carro num local ermo, estrangulada com um cinto e dois paus, despida da cintura para baixo. À semelhança da primeira, Alexandra Bouin também tinha sido, provavelmente, violada.

Pela forma dos acontecimentos, estávamos perante o mesmo homicida (não um serial killer, porque só o é depois de ter morto três pessoas).

Os dois agentes investigaram e chegaram à conclusão de que a francesa tinha estado nessa noite num café a falar com um amigo, mas como estava a fazer um jogo de sedução com um rapaz da mesa ao lado (Daniel), foi sentar-se ao lado dele e estiveram a falar. Foram para outro bar e depois seguiram no carro dela para o local onde ela viria a morrer.

Esta é a versão de Daniel, que acrescentou que, lá, tiveram relações sexuais, quando chegou um carro, de onde saíram dois homens franceses que começaram a gritar com ela e bateram em Daniel, deixando-o inconsciente. Daniel acordou no dia seguinte já à porta de casa.

Nicolau e Miguel confirmaram esta história junto dos amigos de Daniel e das pessoas que estavam no bar. Contudo, algo parecia não estar certo, havia algumas contradições. E é com base nisso que o prendem, no entanto, o juiz deixa-o em liberdade por considerar que as suspeitas não são conclusivas.

Dias depois apareceu morta da mesma forma que as duas anteriores, uma professora no jardim da escola.

Como os agentes já desconfiavam do Daniel e, por acaso, descobriram que este tinha um irmão gémeo (bivitelino). Poderia ser essa a solução, o outro gémeo poderia ter feito análises no lugar do Daniel, assim o ADN não coincidia com o que era encontrado nos corpos das vítimas (por serem de ovos diferentes, as características não são iguais).

Faltava agora confirmar esta teoria.

Juntaram os dois irmãos em salas separadas e disseram a cada um que o irmão já tinha confessado, que já sabiam de tudo. Eles confessaram. Daniel fê-lo pura e simplesmente por prazer, não se conseguia controlar. O outro gémeo, depois de saber o que ele tinha feito, apesar de não concordar, quis ajudar Daniel.

A jornalista conseguiu a sua reportagem e ficou a namorar com Miguel Neves, o inspector.

É desta forma que os agentes conseguem desvendar o misterioso caso que estava a chocar os lisboetas.

No fundo, um reflexo de alguns acontecimentos reais.

Comentários do leitor: Ler uma história destas que, à partida, não tem muito a ver comigo, revelou ser uma agradável surpresa, na medida em que permite ao leitor ter a percepção da mente destes assassinos em série. Normalmente, quando sabemos de casos idênticos, pensamos que é um horror e, perante tal atrocidade, nem nos lembramos das características do homicida, mas a verdade é que são pessoas que têm prazer em ver o sofrimento das vítimas.

Este livro dá o exemplo de um serial killer na Rússia, o Chikatilo, que matou cinquenta e três mulheres, estrangulava-as, enchia-lhes a boca de terra, depois de mortas “violava-as” e arrancava os peitos à dentada, a algumas. A sua marca era tirar os olhos às vítimas. Mais tarde, foi apanhado e morto com um tiro.

Apesar de serem histórias chocantes, são frequentes, por exemplo, na Inglaterra (mesmo que não matem da mesma forma) fico a pensar o que é que leva um homem a entrar num infantário e matar todas as crianças que vê à frente, ou um universitário fazer o mesmo na sua universidade…

Será que são as características da educação dos países desenvolvidos? Foi um dos aspectos em que fiquei a pensar, porque, por exemplo, nunca ouvi falar em casos destes em África (não quer dizer que não os haja, mas acho que são movidos por outras crenças). Não sei…

Por último, ver a forma como a polícia trabalha em Portugal, quando lida com assuntos destes, acompanhar o rumo das investigações, faz de nós, leitores, os investigadores destes crimes (porque começamos a pensar em suspeitos…)

Aliás, penso que é um dos benefícios da leitura, enquanto lemos, construímos as personagens na nossa mente, e se um livro for mesmo bom, quando o abrimos, é como se fôssemos transportados para esse mundo (mesmo que num espaço e tempo diferentes!) .

Márcia Andrade 12ºC