segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Livro: Os Segredos do Vaticano

Autor: Bernard Lecomte

Editora: ASA

Leitor: Marco Alves

Nº 17

12ºC

Resumo:

Este livro chamou-me à atenção, pelo facto de a capa do mesmo, já por si desvendar um pouco do que o seu conteúdo esconde. Pelo facto de os casos mais graves da Igreja serem “abafados” pelo Vaticano na sua sala mais bem guardada que tem como nome Santo Ofício. Tal como em toda a sua história, a Igreja sempre foi escondendo acontecimentos, que seriam importantes para a sociedade mas que muitas das vezes podiam deixar a igreja numa situação má perante a mesma.

Em especial, este livro fala das questões mais importantes depois da Segunda Guerra Mundial, este fala, já em plena guerra, do envolvimento do Papa no caso dos soviéticos e do facto de estas não terem sido condenados pela Igreja depois de terem matado milhões e milhões de pessoas inocentes, fala também quando em mil novecentos e sessenta e oito o Papa esteve quase a anunciar a sua concordância com o uso da pílula como método contraceptivo, dos temas mais interessantes está o da Máfia Búlgara e o seu envolvimento com o atentado que o Papa João Paulo II sofreu em mil novecentos e oitenta e um e também do, para mim, o mais interessante de todos é o aparecimento da imagem de nossa Senhora de Fátima aos três pastorinhos. Esta ao aparecer aos mesmos disse-lhes três segredos, pedindo aos quais que em circunstância alguma revelassem o terceiro segredo que lhes tinha sido transcrito, sendo o primeiro segredo a visão do inferno sendo transcrito como um mar de fogo para onde vão as almas dos pobres pecadores, o segundo segredo era o facto de nossa senhora querer que o pontificado de Pio XI deixasse de ofender a alma e o sangue de Deus e para se redimir deveria criar a devoção pelo Imaculado Coração da Virgem, sendo os principais alvos o próprio Papa e a Rússia que se teria afastado demasiado da sua devoção por Deus. O terceiro segredo nunca foi revelado morrendo, assim, os pastorinhos Francisco e Jacinta, ficando apenas a Irmã Lúcia que depois disto entrou para um convento, onde fez votos perpétuos e jurou para si mesma que não diria a ninguém o que a Virgem lhe dissera por último naquele dia marcante.

Alguns anos mais tarde, estando às portas da morte, para que o segredo não fosse perdido esta optou por escrever o segredo num papel e lacrá-lo dentro de um envelope e enviá-lo para o Papa que optou, depois de o ler, escondê-lo na sala do Santo Ofício, para que ninguém tivesse acesso a esse documento. Uma das exigências da pastorinha foi que o documento escrito por esta só se tornasse público depois de mil novecentos e sessenta, mas só em dois mil, depois de o Papa João Paulo II tomar conhecimento do mesmo, é que o Cardeal Ratzinger foi encarregue de redigir um comunicado a explicar o terceiro segredo que dizia que no final da segunda grande guerra aconteceria uma coisa terrível sendo esta o extermínio de toda a população católica entre o qual o próprio Papa. E desfaz-se assim as especulações apocalípticas à volta do terceiro segredo de Fátima.

Neste livro temos também bem demarcado um tema bem recente que retrata a sucessão de João Paulo II pelo Cardeal Ratzinger, sendo agora o Papa Bento XVI.

Opinião:

Este livro é extremamente importante para que nós, cristãos, percebemos o que de errado fez e vai fazendo a Igreja e a nossa Religião até aos dias de hoje. O pouco que mostrei deste livro demonstra-nos que nunca poderemos ser cem por cento católicos, pois os segredos que esta religião oculta não nos deixaram conhecer por completo a mesma.

O Quarto Mágico - Uma visão sobre esta obra

Quarto Mágico”

Autora: Sarah Addison Allen

Género: Romance Mágico

Editora: Quinta Essência

RESUMO:

Josey tinha 27 anos e vivia com a sua mãe, Margaret. Josey não tinha amigos e apenas saia de casa para levar a sua mãe aos seus compromissos. Margaret já tinha uma idade avançada e tinha vários problemas de saúde. Josey era apaixonada por Adam, o carteiro, desde a primeira vez em que o viu, mas nunca teve coragem para se declarar.

Numa manhã, Josey abre a seu roupeiro e encontra uma mulher lá dentro. Essa mulher era Della Lee. Ela estava toda molhada e tinha os olhos esborratados por causa do rímel. Josey tentou expulsá-la do seu quarto, mas não conseguiu. Della Lee ameaçou Josey de que contava o seu segredo a toda a gente. Josey tinha um compartimento secreto no seu roupeiro cheio de doces, romances e revistas de viagens. Quando estava triste, Josey enfiava-se lá dentro e comia doces ate não poder mais. Iria ser uma vergonha para a sua mãe se isto se soubesse.

Josey sentia-se obrigada a cuidar da sua mãe porque em criança tinha sido muito má e queria que a sua mãe a perdoasse. Era isso que a mantinha em Bald Slope.

Marco Cirrini, pai de Josey, tinha sido uma pessoa muito importante em Bald Slope. Foi ele quem criou a Estância de Esqui da cidade. Marco apenas

casara com Margaret por causa da sua beleza e ela casara com Marco pelo seu dinheiro.

Chloe tinha uma loja de sandes, namorava com Jake e era “perseguida” por livros. Chloe deixa um livro em casa e esse mesmo livro aparecia-lhe na loja, por exemplo.

Josey e Chloe conheceram-se porque Della Lee mandava Josey ir à loja comprar sandes, embora nunca comesse nenhuma. Desta forma, Josey e Chloe tornaram-se muito amigas.

Jake contou a Chloe que a tinha traído, mas não lhe contava quem tinha sido a mulher e Chloe expulsou-o de casa e tentou descobrir quem era a tal mulher.

Chloe e Adam eram amigos e ela contou-lhe que Josey estava interessada nele. Passado algum tempo, Adam e Josey começaram a sair juntos e tornaram-se namorados.

Della Lee contou a Josey que tinha fugido de casa por causa do seu namorado, Julian, porque ele quando bebia tornava-se violento e ela já não aguentava mais.

Chloe decidiu ir até um bar para descobrir a mulher com quem Jake a tinha traído e conheceu Julian. Ele prometeu que a ajudaria. Uns tempos mais tarde, Chloe já sabia quem era a mulher. Era Eve Beasley. Nesse momento, Chloe percebeu o motivo porque Jake não lhe revelava a identidade da outra mulher. Jake era advogado de acusação do marido de Eve, pois ele tinha morto a empregado doméstica. Se se soubesse que eles tinham tido um caso, o depoimento de Eve que incriminava o marido podia ser anulado.

Della Lee contou a Josey a verdade sobre seu pai. Ao longo da sua vida, Marco tivera várias amantes e Della Lee e Chloe eram filhas de Marco, ou seja, as três eram irmãs.

Jake e Chloe fizeram as pazes e mudaram-se para a casa com que Chloe sempre sonhou.

Adam e Josey casaram e foram num cruzeiro de lua-de-mel.

Mas antes disso, Josey descobriu a verdade sobre Della Lee. Josey estava em casa de Adam, quando ouviu nas notícias que tinham encontrado o corpo de Della Lee no rio. Josey foi a correr para casa e, quando chegou ao roupeiro, Della Lee ainda lá estava. De repente, Josey percebeu tudo. Della Lee era um fantasma!

OPINIÃO:

Este livro, embora seja um romance, não é muito lamechas porque tem a parte mágica. A existência de Della Lee e o facto de Chloe ser perseguida pelos livros quebram a parte romântica do livro e tornam-no mais engraçado.

Este livro leva-nos a reflectir sobre o perdão e sobre as contrariedades da vida

Escola: Escola E.B. 2,3/S de Celorico de Basto

Nome: Joana Luísa de Moura Vieira

Nº: 9

Turma: 12ºB

13/12/2010

Ficha de leitura : Codex 632

Ficha de Leitura

Escola: EB2,3/S de Celorico de Basto

Nome: Ana Rita Cerqueira Fontes

Ano: 10º Turma: A Número: 3

Ano Lectivo: 2010/2011

Disciplina: Português

Docente: Paula Quintela

Título do Livro: O Codex 632

Autor: José Rodrigues dos Santos

Género: Romance

Editora: Gradiva

Resumo:

Tomás Noronha é professor de História na Universidade Nova de Lisboa, perito em criptanálise e línguas antigas. Casado com Constança, professora de Artes Visuais no ensino secundário com a qual tem uma filha, a Margarida de nove anos que nasceu com trissomia 21.

O casal enfrenta algumas dificuldades económicas, pois o problema de saúde da sua filha faz com que esta necessite de inúmeros apoios especiais bastante dispendiosos.

Como habitual, Tomás saiu de casa, de manhã, com Margarida e levou-a à escola, seguindo para a Universidade, para dar a sua primeira aula do dia. Já na sala, esperou que todos os alunos chegassem. Estava já a iniciar a matéria, quando uma nova aluna entrou. Era loira e tinha um corpo voluptuoso, atraindo, assim, bastante o professor que teve de se esforçar para desviar o seu olhar da rapariga. No fim da aula, ela dirigiu-se-lhe, apresentando-se, ficaram um pouco à conversa e Tomás soube que ela se chamava Lena, era de origem sueca e tinha chegado a Portugal pelo programa Erasmus.

Mais tarde, já em casa, recebeu um telefonema da American History Foundation, uma organização que investiga a história do continente americano, a convidá-lo para uma reunião em Nova Iorque. No dia marcado, dirigiu-se a Nova Iorque para estar presente na reunião, na qual lhe foi feita uma proposta. Tomás teria de desvendar, em dois meses, a investigação do professor Toscano que havia falecido sem comunicar as suas descobertas. Se conseguisse realizar este trabalho, pagar-lhe-iam dois mil dólares por semana e ainda um prémio de meio milhão de dólares.

Como possuía algumas dificuldades, o professor Noronha aceitou a proposta, tendo começado de imediato a trabalhar, viajando para o Rio de Janeiro, onde o professor Toscano falecera.

O tempo foi passando e seguindo as pistas e enigmas deixados por Toscano, viajando sempre que necessário e fazendo relatórios pormenorizados sobre as suas descobertas a Moliarti, o seu contacto dentro da fundação, Tomás foi restituindo toda a investigação, enquanto os problemas de saúde da sua filha aumentavam e mantinha um caso com a sua aluna Lena que o seduzira.

No decorrer da investigação, vê-se obrigado a visitar a viúva de Toscano, para ter acesso a mais material, omitindo-lhe que trabalha para a fundação Americana, da qual a senhora não gostava, passou a ser visita habitual, tendo descoberto um cofre onde se encontrava a prova final.

Para descobrir o código que abria o cofre, necessitou de consultar vários livros e documentos e também de realizar algumas viagens, foi, deste modo, desenvolvendo o seu conhecimento sobre o tema da investigação e enriquecendo a mesma.

Durante este processo, chegou à conclusão que não era correcto continuar a enganar a mulher e a filha e deixou Lena, partindo logo de seguida para mais uma das suas viagens.

Quando regressou, a casa encontrava-se vazia e repleta de rosas amarelas. Esperou que a mulher e a filha regressassem mas isso não aconteceu, tentou ligar-lhe e ninguém atendeu. Resolveu então ver qual o significado de todas aquelas rosas amarelas, infidelidade. Constança tinha descoberto. Quando ela finalmente telefonou, tentou fazer-se despercebido, mas a situação estava fora do seu controlo, a mulher sabia de tudo, só lhe faltava perceber como isso acontecera.

Sozinho, concentrou todas as suas atenções na investigação, descobrindo, finalmente, o código, MARRANO.

Dentro do cofre estavam três folhas. As duas primeiras páginas eram fotocópias de um documento quinhentista, A Crónica de D. João II, de Ruy de Pina, documento esse que Tomás já conhecia e que ia contra toda a investigação realizada pelo professor Toscano. Observando o documento com mais atenção, reparou num apontamento “Codex 632” que deveria servir para efeitos de consulta. Na outra página estava escrito o nome “Conde João Nuno de Vilarigues” e o respectivo número de telefone, que Madalena Toscano disse ter sido utilizado muitas vezes pelo marido.

O professor Noronha contactou o Conde e marcou um encontro com o mesmo, durante o qual João Vilarigues confirmou as descobertas feitas no decorrer da investigação, acrescentando alguns pormenores e esclarecendo aspectos, levando Tomás a descobrir onde se encontrava a prova final.

Depois da reunião, dirigiu-se à Biblioteca Nacional, em Lisboa, onde estava guardado o Codex 632, uma das cópias da Crónicas de D. João II, que representava a prova final. Consultou a obra e encontrou a rasura que escondia o segredo, tentou decifrar o que ela escondia mas era impossível. Finalmente, decidiu que teria de consultar um perito, entregou o livro e estava a dirigir-se para a saída, quando a funcionária do balcão comentou que aquele livro andava com bastante procura e que até tinham pedido uma imagem de raio-X à parte que ele consultara, quando ela referiu o professor Toscano, Tomás entusiasmou-se e pediu para o ver. Ali estava o segredo escondido durante cinco séculos.

Marcou uma reunião com Moliarti para lhe comunicar que tinha chegado ao fim da investigação, tinha desvendado o segredo. Cristóvão Colombo era um fidalgo português, de origem italiana e portuguesa, judeu, que nascera na vila de cuba e que trabalhou secretamente para o rei D. João II, ajudando-a a iludir os reis de Espanha, fazendo-os crer que a América correspondia à Ásia.

Após ter conhecimento de todos os pormenores, Moliarti anunciou que iria contactar os dirigentes da American History Foundation e exigiu ficar com todas as provas.

Passados quatro dias, voltaram a encontrar-se e Moliarti disse a Tomás que se não aceitasse manter todas as descobertas confidenciais não teria direito ao pagamento e poderia acontecer alguma coisa à sua família. Este, surpreendido, perguntou qual o motivo de tão estranha decisão e Moliarti confessou-lhe que a fundação era financiada por genoveses que tinham muito orgulho em ter nascido na mesma cidade que o descobridor da América e, por isso, não iriam publicar esta importante descoberta.

Tomás, indignado, abandonou o local e recebeu uma chamada da Constança a dizer que tinham de ir ao hospital por causa da Margarida. Chegaram ao hospital e foram ter com o doutor Oliveira que os informou que a Margarida tinha leucemia aguda e que eles tinham de ir buscá-la imediatamente à escola para ser internada no IPO. Ao fim de algum tempo, o tratamento começou a fazer efeito, mas a única cura era um transplante de medula óssea que só poderia ser feito numa clínica em Londres e seria bastante dispendioso. Tomás viu-se obrigado a aceitar a proposta de Moliarti e, em troca da sua confidencialidade, recebeu o pagamento.

Logo que pôde, o casal levou a filha para a clínica, onde esta foi operada. Margarida estava a recuperar bem, mas foi infectada por uma bactéria e como estava sem defesas, devido ao transplante de medula óssea, faleceu.

Com a morte da filha, Tomás entrou em desespero e ficou obcecado em arranjar forma de contar a descoberta do professor Toscano. Foi assim que se lembrou de contar a história em forma de romance.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Sugestão de leitura para os mais novos

Neste Dia de Reis lembramos a leitura de uma História especial!

Vamos lembrar que hoje é dia de Reis

Nota: Se clicar na imagem poderá imprimi-la e oferecer aos mais novos para a decorarem e relembrarem antigas tradições.

Aqui deixamos uma sugestão:

Vamos Cantar os Reis pela nossa localidade.

Aqui está a letra...

Vamos cantar os Reis, Nesta noite de Janeiro, Certo é que nos quereis dar, A linguiça do fumeiro. Se no-la quereis dar, Começai-a a partir, Que somos de longe terras Temos pressa em partir. Inda agora aqui cheguei, Pus o pé nesta escada, Logo o meu coração disse, Aqui mora gente honrada. Um raminho, dois raminhos, Três raminhos em seu peito, Viva lá o (a) menino (a)... Qu'esta vai a seu respeito. Esta casa é tão alta, Forrada de papelão, Os senhores que estão lá dentro, Deitem cá um salpicão. Esta casa está caiada, Do telhado até ao chão, Os senhores que nela moram, Deitem cá um salpicão