quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Carnaval 2010







Os livros desfilaram com a EB1 de Fermil!

Não percam, amanhã, todo o desfile em fotografias! Vai ser na Biblioteca e passará durante todo o dia!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Jovens desconhecem risco de troca de fotos

Um artigo do DN, sugerido pelo prof. Helder Barros, professor de Informática do nosso Agrupamento, que deve ser lido e reflectido por todos: jovens, professores e pais! Não esqueçam, a palavra de ordem é: "PENSA ANTES DE PUBLICAR!" http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1489572

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Chamar a Música - Poema de Rosa Lobato Faria

Sabias?

Esta noite vou ficar assim Prisioneira desse olhar De mel pousado em mim Vou chamar a música Pôr à prova a minha voz Numa trova só p'ra nós

Esta noite vou beber licor Como um filtro redentor De amor, amor, amor Vou chamar a música Vou pegar na tua mão Vou compor uma canção

Chamar a música A música Tê-la aqui tão perto Como o vento no deserto Acordado em mim Chamar a música A música Musa dos meus temas Nesta noite de açucenas Abraçar-te apenas É chamar a música

Esta noite não quero a TV Nem a folha do jornal Banal que ninguém lê Vou chamar a música Murmurar um madrigal Inventar um ritual

Esta noite vou servir um chá Feito de ervas e jasmim E aromas que não há Vou chamar a música Encontrar à flor de mim Um poema de cetim

Chamar a música A música Tê-la aqui tão perto Como o vento no deserto Acordado em mim Chamar a música A música Musa dos meus temas Nesta noite de açucenas Abraçar-te apenas É chamar a música

Recordar Rosa Lobato Faria - A Vida num Sonho

Quem me quiser há-de saber as conchas a cantiga dos búzios e do mar. Quem me quiser há-de saber as ondas e a verde tentação de naufragar.

Quem me quiser há-de saber as fontes, a laranjeira em flor, a cor do feno, a saudade lilás que há nos poentes, o cheiro de maçãs que há no inverno.

Quem me quiser há-de saber a chuva que põe colares de pérolas nos ombros há-de saber os beijos e as uvas há-de saber as asas e os pombos.

Quem me quiser há-de saber os medos que passam nos abismos infinitos a nudez clamorosa dos meus dedos o salmo penitente dos meus gritos.

Quem me quiser há-de saber a espuma em que sou turbilhão, subitamente - Ou então não saber coisa nenhuma e embalar-me ao peito, simplesmente.