O jogo do galo!

NA NOSSA BIBLIOTECA OS ALUNOS ,NOS SEUS MOMENTOS DE LAZER JÁ FAZEM VERDADEIROS CAMPEONATOS !

                                Os peixes, as conchas e outros seres marinhos invadiram o jogo!

Um aula no espaço Biblioteca

O espanto e curiosidade foram muitos quando os alunos de uma turma invadiram a Biblioteca e após o burburinho inicial a aula decorreu com leituras e muitas questões às quais se tentou dar a resposta.
Enfim, foi com grande alegria que recebemos uma turma de 6º ano na Biblioteca Escolar para uma aula especial em que se falou de:
Estado Novo e da necessidade de nos expressarmos livremente.
Da existência de um lápis azul naquele momento histórico  e de na atualidade, com os livros e Internet a possibilidade de sermos melhor informados existe.
Da necessidade de aproveitarmos os momentos de aula para aprendermos com o nosso passado para podermos ter um melhor futuro.
Claro está,  foi uma aula de História, com a professora Júlia Fardilha.
A Biblioteca Escolar é um espaço de partilha de ideias e sobretudo um local priviligiado do saber!
Obrigada por partilharem o nosso espaço e torná-lo mais rico.

Jornal de letras

Caros alunos e colegas não se esqueçam que na nossa Biblioteca Escolar temos o Jornal de Letras.

Este é um jornal que promove as ideias e o enriquecimento de novos conhecimentos...

Os ciganos

Obrigada Porto Editora!
Obrigada Sr. Vasco...  por contribuirem para o enriquecimento do nosso espólio.
Mais um livro que fará muitos alunos aprenderem a amar "ler" e sonharem ...

Amália Rodrigues Fado Português

Vamos lembrar uma mulher : Amália Rodrigues

Na semana que lembramos o Dia Internacional da Mulher recordamos um nome ilustre da história do nosso País: Amália Rodrigues.
Partilho o poema do fado: "Fado Português".

O Fado nasceu um dia,

quando o vento mal bulia

e o céu o mar prolongava,

na amurada dum veleiro,

no peito dum marinheiro

que, estando triste, cantava,

que, estando triste, cantava.

Ai, que lindeza tamanha,

meu chão , meu monte, meu vale,

de folhas, flores, frutas de oiro,

vê se vês terras de Espanha,

areias de Portugal,

olhar ceguinho de choro.

Na boca dum marinheiro

do frágil barco veleiro,

morrendo a canção magoada,

diz o pungir dos desejos

do lábio a queimar de beijos

que beija o ar, e mais nada,

que beija o ar, e mais nada.

Mãe, adeus. Adeus, Maria.

Guarda bem no teu sentido

que aqui te faço uma jura:

que ou te levo à sacristia,

ou foi Deus que foi servido

dar-me no mar sepultura.

Ora eis que embora outro dia,

quando o vento nem bulia

e o céu o mar prolongava,

à proa de outro veleiro

velava outro marinheiro

que, estando triste, cantava,

que, estando triste, cantava.