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Figuras Históricas - 2º ciclo

quinta-feira, 22 de março de 2012

Semana da leitura

No agrupamento de Celorico de Basto, diariamente os alunos dão vida aos livros. Essa viagem ocorre em momentos como os que tem sucedido na sala de aula, biblioteca escolar e no auditório da Escola Básica e Secundária de Celorico de Basto. Aí os alunos puderam desfrutar da presença do escritor Alexandre Parafita e observar as dramatizações de histórias do autor. Estas peças de teatro foram uma surpresa que os alunos de APS fizeram a todos os presentes. O escritor , após ter respondido a várias questões colocadas pelos alunos de 5º ano deu autógrafos.

quarta-feira, 21 de março de 2012

21 de março - Dia Mundial da Poesia

Com o objetivo de promover a riqueza e a diversidade linguística, a UNESCO decidiu, em 1999, proclamar o dia 21 de março "Dia Mundial da Poesia".

Boas leituras!

http://mariahelenaamaro.blogspot.pt/

21 de Março "Dia Mundial da Árvore"

Em consonância com a entrada da Primavera assinala-se no dia 21 de Março o “Dia Mundial da Árvore ou da Floresta”.
Esta comemoração tem como sentido a sensibilização para a salvaguarda da árvore e da floresta, que continuam a ser os “pulmões” do nosso planeta. Nos últimos tempos em Portugal os incêndios florestais têm sido um verdadeiro flagelo para a nossa economia, pois a floresta representa uma das nossas principais riquezas. Sempre que uma árvore desaparece ficamos mais pobres.

terça-feira, 6 de março de 2012

Aurélia de Sousa

Guilhermina Suggia

Lídia Jorge

Sou de vidro


Meus amigos sou de vidro
Sou de vidro escurecido
Encubro a luz que me habita
Não por ser feia ou bonita
Mas por ter assim nascido
Sou de vidro escurecido
Mas por ter assim nascido
Não me atinjam não me toquem
Meus amigos sou de vidro

Sou de vidro escurecido
Tenho fumo por vestido
E um cinto de escuridão
Mas trago a transparência
Envolvida no que digo
Meus amigos sou de vidro
Por isso não me maltratem
Não me quebrem não me partam
Sou de vidro escurecido

Tenho fumo por vestido
Mas por assim ter nascido
Não por ser feia ou bonita
Envolvida no que digo
Encubro a luz que me habita

Maria Teresa Horta

Florbela Espanca

Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada!
Como sabes fingir quando em teu peito
A tua alma se estorce amargurada!
Quantas morrem saudosa duma imagem.
Adorada que amaram doidamente!
Quantas e quantas almas endoidecem
Enquanto a boca rir alegremente!
Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém
Doce alma de dor e sofrimento!
Paixão que faria a felicidade.
Dum rei; amor de sonho e de saudade,
Que se esvai e que foge num lamento!

Dia Internacional da Mulher