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Figuras Históricas - 2º ciclo

terça-feira, 26 de maio de 2009

Dia Mundial do Ambiente

Começamos desde agora a lembrar esta data que está tão próxima. É já no próximo dia 5 de Junho E vamos fazê-lo com a ajuda destes amigos.... Descobre quem são! Clica aqui: http://www.animalssavetheplanet.com/media/swf/design_video.swf?vidNumber=1

Lembrar Darwin

Durante a semana de 25 a 29 de Maio poderás conhecer a história de Darwin.
Juntamente com a projecção de um filme alusivo à sua vida e descobertas vê uma exposição de " posters" alusivos ao tema, no espaço contíguo à nossa Biblioteca.
Venham visitar a Tecas e façam novas descobertas.

E como se chama a sua Teoria?

Adivinha a partir da próxima imagem!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Poema de Mário de Sá Carneiro

Último Soneto Que rosas fugitivas foste ali! Requeriam-te os tapetes, e vieste... --- Se me dói hoje o bem que me fizeste, É justo, porque muito te devi. Em que seda de afagos me envolvi Quando entraste, nas tardes que apareceste! Como fui de percal quando me deste Tua boca a beijar, que remordi... Pensei que fosse o meu o teu cansaço --- Que seria entre nós um longo abraço O tédio que, tão esbelta, te curvava... E fugiste... Que importa? Se deixaste A lembrança violeta que animaste, Onde a minha saudade a Cor se trava?... Mário de Sá-Carneiro

Mário de Sá Carneiro

A Biblioteca lembra...

Nasceu, no seio de uma abastada família alto-burguesa, sendo filho e neto de militares. Órfão de mãe com apenas dois anos (1892), ficou entregue ao cuidado dos avós, indo viver para a Quinta da Vitória, na freguesia de Camarate, às portas de Lisboa, aí passando grande parte da infância. Inicia-se na poesia com doze anos, sendo que aos quinze já traduzia Victor Hugo, e com dezesseis, Goethe e Schiller. No liceu teve ainda algumas experiências episódicas como ator, e começa a escrever. Em 1911, com dezenove anos, vai para Coimbra, onde se matricula na Faculdade de Direito, mas não conclui sequer o ano. Aí, contudo, viria a conhecer aquele que foi, sem dúvida, o seu melhor e mais compreensivo amigo – Fernando Pessoa –, o qual, em 1912, o introduziu no ciclo dos modernistas. Desiludido com a «cidade dos estudantes», segue para Paris a fim de prosseguir os estudos superiores, com o auxílio financeiro do pai. Cedo, porém, deixou de frequentar as aulas na Sorbonne, dedicando-se a uma vida boémia, deambulando pelos cafés e salas de espectáculo, chegando a passar fome e debatendo-se com os seus desesperos, situação que culminou na ligação emocional a uma prostituta, a fim de combater as suas frustrações e desesperos. Na capital francesa viria a conhecer Guilherme de Santa-Rita (Santa-Rita Pintor). Inadaptado socialmente e psicologicamente instável, foi neste ambiente que compôs grande parte da sua obra poética e a correspondência com o seu confidente Pessoa; é, pois, entre 1912 e 1916 (o ano da sua morte), que se inscreve a sua fugaz – e no entanto assaz profícua – carreira literária. Entre 1913 e 1914 vem a Lisboa com certa regularidade, regressando à capital devido à deflagração do conflito entre a Sérvia e a Áustria-Hungria, o qual a breve trecho se tornou uma conflagração à escala europeia – a I Guerra Mundial. Com Pessoa e ainda Almada-Negreiros integrou o primeiro grupo modernista português (o qual, influenciado pelo cosmopolitismo e pelas vanguardas culturais europeias, pretendia escandalizar a sociedade burguesa e urbana da época), sendo responsável pela edição da revista literária Orpheu (e que por isso mesmo ficou sendo conhecido como a Geração d’Orpheu ou Grupo d’Orpheu), um verdadeiro escândalo literário à época, motivo pelo qual apenas saíram dois números (Março e Junho de 1915; o terceiro, embora impresso, não foi publicado, tendo os seus autores sido alvo da chacota social) – ainda que hoje seja, reconhecidamente, um dos marcos da história da literatura portuguesa, responsável pela agitação do meio cultural português, bem como pela introdução do modernismo em Portugal. Em Julho de 1915 regressa a Paris, escrevendo a Pessoa cartas de uma crescente angústia, das quais ressalta não apenas a imagem lancinante de um homem perdido no «labirinto de si próprio», mas também a evolução e maturidade do processo de escrita de Sá-Carneiro. Uma vez que a vida que trazia não lhe agradava, e aquela que idealizava tardava em se concretizar, Sá-Carneiro entrou numa cada vez maior angústia, que viria a conduzi-lo ao seu suicídio prematuro, perpetrado no Hôtel de Nice, no bairro de Montmartre em Paris, com o recurso a cinco frascos de arseniato de estricnina. Contava tão-só vinte e seis anos. Extravagante tanto na morte como em vida (de que o poema Fim é um dos mais belos exemplos), convidou para presenciar a sua agonia o seu amigo José de Araújo. E apesar de o grupo modernista português ter perdido um dos seus mais significativos colaboradores, nem por isso o entusiasmo dos restantes membros esmoreceu – no segundo número da revista Athena, Pessoa dedicou-lhe um belo texto, apelidando-o de «génio não só da arte como da inovação dela», e dizendo dele, retomando um aforismo das Báquides (IV, 7, 18), de Plauto, que «Morre jovem o que os Deuses amam» (tradução literal de Quem di diligunt adulescens moritur). Verdadeiro insatisfeito e inconformista (nunca se conseguiu entender com a maior parte dos que o rodeavam, nem tão pouco ajustar-se à vida prática, devido às suas dificuldades emocionais), mas também incompreendido (pelo modo com os contemporâneos olhavam o seu jeito poético), profetizou acertadamente que no futuro se faria jus à sua obra, no que não falhou. Com efeito, reconhecido no seu tempo apenas por uma fina élite, à medida que a sua obra e correspondência foi publicada, ao longo dos anos, tornou-se acessível ao grande público, sendo atualmente considerado um dos maiores expoentes da literatura moderna em língua portuguesa. Embora não tenha a mesma repercussão de Fernando Pessoa, a sua genialidade é tão grande (senão mesmo maior) que a de Pessoa, mas porém muito mais próxima da loucura que a do seu amigo. A terra que o acolheu na infância – Camarate –, e a quem ele dedicou também algumas das suas poesias, homenageou-o, conferindo o seu nome a uma escola local. O seu poema Fim foi musicado por um grupo português no final dos anos 80, os Trovante. Mais tarde, o seu poema O Outro foi também musicado pela cantora brasileira Adriana Calcanhotto.As suas influências literárias são de Edgar Allan Poe, Oscar Wilde, Charles Baudelaire, Stéphane Mallarmé, Fiódor Dostoievski, Cesário Verde e António Nobre. Este escritor influenciou vários escritores, entre eles Eugénio de Andrade.

A nossa Biblioteca está com novo visual!

É verdade. Na nossa Biblioteca temos novos computadores ! Agora basta requisitar atempadamente e aqui estamos nós a descobrir novos mundos.... à distância de um clic!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Mais uma história de encantar

A bruxa má e feia Era uma vez uma bruxa má e feia que pregava partidas sujas, magentas e poeirentas. Um dia pegou num balde, encheu-o de terra e cola e misturou tudo muito bem. Depois, apanhou aranhas, gafanhotos e minhocas. Colocou os bichos dentro do balde, pegou na Vassoura e voou para cima da casa do senhor Urso. No telhado ela esperou pelo urso. Passada uma hora o senhor Urso chegou. Ela atirou o balde par cima dele! Coitado do senhor Urso, todo sujo e peganhento, com bichos agarrados a ele. - Ah, ah, ah! - Gritou a bruxa rindo às gargalhadas. -Não teve graça, bruxa má! - Disse o senhor Urso irritado. Acabei de pentear o pêlo e de pôr maquilhagem no rabo pá! E tu fazes-me isto? - Espera aí que tu vais ver o que é bom para a tosse! O urso pegou numa maçã e atirou-a à bruxa. Mas, não lhe acertou porque ela tinha saído a voar. O senhor Urso como era duma família de cowboys , pegou numa corda, atirou-a e apanhou a bruxa. - Porque fazes isto? - Perguntou o urso. - Para me divertir, uma vez que não tenho amigos! - Disse a bruxa, sem conter as lágrimas. - Bem! Se quiseres eu sou teu amigo mas limpa-me bem! E eu, ponho-te bonita! - Está bem! - disse a bruxa contente.

O meu desejo.... o Natal deveria ser todos os dias!

O meu desejo concretizado O Natal estava a chegar e eu estava ansiosa por pedir o meu desejo! Como eu já era mais crescida e mais ajuizada ia pedir uma coisa de valor e não uma Barbie, castelo de brincar, dinheiro, etc. À noite, no dia de Natal eu decidi esperar pelo Pai Natal e pedir o meu desejo pessoalmente. O Pai Natal chegou e eu abracei-o com força e pedi-lhe que queria que fizesse com que o meu irmão pudesse andar, comer, falar,... Ele concordou e fez com que se concretizasse. De repente o meu irmão veio a correr em direcção a mim a rir e disse-me: - Obrigada mana. Estou-te muito agradecido. Antes, tinha que estar sempre a chorar e gritar de dores e vocês não sabiam do que se tratava. Tu foste uma excelente irmã! Por tudo isso obrigado! Norma, 5º C, Nº 16 É verdade Ela é uma excelente irmã! Eu também gostaria que o teu desejo fosse concretizado. Um beijinho da Tecas.

O caracol e o canguru do espaço

A Norma escreveu esta história divertida que aqui fica para poderem ler.
O caracol e o canguru
Era uma vez um caracol que queria andar de foguetão. Um dia comprou um foguetão por 10 mil euros. Então a máquinas começaram a trabalhar. Ele entrou e... dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um, zero... descolar! O caracol entrou em órbita e foi visitar o planeta Canguneta e, lá, viu um canguru espacial que era verde e lhe perguntou: - Olha lá, tu és do planeta Tessa? - Queres tu dizer: Terra! - Disse o caracol. - Sim, Terra. - Bem, sim. Sou do planeta Terra ou planeta Azul. - Bem, eu vivo aqui no planeta Canguneta. - Tens família - perguntou o caracol. - Não sei! - Disse o canguru. - É que eu fui criado por extraterrestres! - Oh, é pena! Bem, agora adeus! - Disse o caracol. - Adeus! - disse o canguru. E assim o caracol voltou e contou tudo sobre o canguru espacial. Norma Ferreira, 5º C, Nº 16

quarta-feira, 6 de maio de 2009

A Biblioteca lembra a todos que....

Dia 9 de Maio é o dia da Europa! Aqui deixamos endereços onde poderás encontrar informação sobre este Tema. Boa pesquisa e diversão. http://europa.eu/index_pt.htm http://europa.eu/abc/european_countries/index_pt.htm

terça-feira, 5 de maio de 2009

Eis os resultados do Bibliopaper 2009

Actividade realizada com o apoio da Biblioteca Municipal Dia Mundial do Livro Abril de 2009 2º Ciclo A EQUIPA VENCEDORA É: NÚMERO 1 Turma do 5ºE E os grandes vencedores são: Pedro Mendes Pinto João Pedro Silva Pinto João Carlos Andrade Leite 3º Ciclo A EQUIPA VENCEDORA É: NÚMERO 1 Turma do 8ºC E os grandes vencedores são: Alexandra Alves Cátia Mota José MesquitaMiguel Magalhães Secundário A EQUIPA VENCEDORA É: NÚMERO 1 3 A Turma do 12º D E os grandes vencedores são: José Veloso Henrique Gonçalves Nélson Teixeira Tiago Siva A Equipa da Biblioteca Escolar agradece a todos os alunos que participaram nesta actividade.